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22 outubro, 2013

Netflix bate HBO em total de assinantes nos EUA



A Netflix acaba de ultrapassar a HBO em número de assinantes no mercado americano. O serviço de streaming fechou o trimestre com 29,9 milhões de assinantes, contra 28,7 milhões da HBO (que, apesar de não divulgar seus números, teve o total de assinantes estimado pela Bloomberg). Leia mais sobre a batalha entre as duas empresas aqui e aqui. 

O jornal USA Today fez até um vine para divulgar a novidade.




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14 agosto, 2013

A dor e a delícia da TV escandinava



O solo mais fértil para a teledramaturgia de qualidade – em especial thrillers psicológicos - não é mais o americano nem o britânico. É a península escandinava. Os ingleses já sabem disso, e retransmitem sua grande maioria, sempre com sucesso de público e crítica. Os remakes também têm rendido bons frutos, como é o caso de The Killing e Wallander (com elenco do calibre de Kenneth Branagh), além de outros que já se encontram em fase de produção.

O fenômeno do “nordic-noir” não é tão novo. Nos anos 90 a bizarra minissérie The Kingdom, escrita e dirigida por ninguém menos do que Lars von Trier, impressionou audiências ao redor do mundo ao mesclar a estética crua do Dogma 95 com fenômenos sobrenaturais e suspense.

Sofia Helin na versão escandinava de The Bridge
Mas meu argumento baseia-se especialmente em dramas recentes. O primeiro é The Bridge, uma série policial sueco-dinamarquesa que gira em torno de vários assassinatos e de uma detetive com síndrome de asperger. O canal FX Brasil recentemente transmitiu o remake americano, com Diane Kruger no papel da brilhante policial, mas a atuação da sueca Sofia Helin é absolutamente impecável e, na minha opinião, muito melhor. A versão original pode ser assistida gratuitamente no Now ou no site Muu. 

O segundo caso é a série sueca Real Humans, que no Brasil já passou no canal pago Max. Classificá-la puramente como ficção cientifica seria simplista demais. Este belo – e amargo – drama é um tratado sobre a raça humana, sobre dignidade e solidão, que em momentos lembra a ternura de O Homem Bicentenário e em outros a crueldade de A. I. Inteligência Artificial. A história se passa num futuro próximo, onde os hubots (ou human-robots, como são chamados) estão à venda tanto para serviços domésticos como para prostituição. Mas quando os humanos começam a perder seus empregos e até suas esposas, a coisa muda de figura. Psiquiatras passam a tratar casos de atração por androides, advogados questionam a legislação, e grupos terroristas se formam para defender a raça humana. Numa alusão à escravidão, as máquinas também se rebelam e passam a lutar pela liberdade e aceitação social.

Se tiver oportunidade, não deixe de assistir a estas duas joias nórdicas que conseguem passear tão sutilmente entre o sombrio e o encantador.



27 janeiro, 2013

Cresce demanda por conteúdo televisivo nacional

A lei 12.485 - vigente há 4 meses - criada para estimular a produção de TV nacional, já vem mostrando seu efeito sobre a demanda para conteúdo. E como mostra o gráfico, não foi só o acesso à TV por assinatura que cresceu no Brasil nos últimos tempos. O número de produtoras também. Leia mais no artigo de 08/01/2013 da Folha de São Paulo.

Fica a pergunta: e o número de cursos universitários especializados em TV, quando vai crescer? O artigo do IG Economia questiona justamente isso. Vamos torcer para que o Rio Content Market 2013, que acontece agora em fevereiro, aqueça esta discussão.






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21 outubro, 2012

Comédia por uma boa causa

O Red Nose Day acontece uma vez por ano no Reino Unido. É uma campanha de caridade, que incentiva a população a fazer “algo engraçado” naquele dia. Amigos retribuem com doações, que são contabilizadas no final do dia pela BBC. Várias celebridades participam, e no passado a campanha já contou com a participação de Ricky Gervais (The Office), David Tennant (Doctor Who) e Daniel Craig (007).

Uma das paródias mais engraçadas até hoje foi Uptown Downstairs Abbey, uma brincadeira com os nomes de dois populares dramas de época ingleses, Downton Abbey e Upstairs Downstairs. Nela retornamos a Downton, agora habitado por Kim Cattrall (Sex and the City) e a dupla Jennifer Saunders e Joanna Lumley (da série cult Absolutely Fabulous). Como no drama originai, a questão da classe - velha obsessão inglesa - permeia todas conversas. Entre as melhores gags estão: Jennifer Saunders imitando o sotaque de Maggie Smith, a sempre elegante Joanna Lumley se recusando a atuar como serviçal, e Simon Callow (Quatro Casamentos e um Funeral) tirando onda com o inflado ego do roteirista Andrew Davies, rei dos dramas de época.

Há ainda uma piada que merece atenção. A personagem da parente distante, recebida com desdém por pertencer a uma classe mais baixa, faz o infeliz comentário: “You have a lovely lounge”. O silêncio constrangedor que se segue se deve ao fato de que existem palavras que “entregam” a classe da pessoa, por mais bem educada que esta seja, e "lounge" é uma delas. Os ingleses das altas camadas sociais usam o termo “drawing room” para se referir à sala de estar. Minúcias que para nós são difíceis de imaginar, mas que existem até hoje na cultura britânica. Ao menos eles sabem como ninguém fazer piada de suas próprias excentricidades. 

Assista aos dois episódios da hilária paródia Uptown Downstairs Abbey:






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09 agosto, 2012

"Mad Men" meets "Girls"


A revista Advertising Age chamou o vídeo de “self-consciously postmodern meta-comical hipsterism” (e desconfio que não seja exatamente um elogio...). A campanha do novo app para iPhone da revista The New Yorker, que conta com a presença de astros de duas de minhas séries favoritas, Jon Hamm (Mad Men) e Lena Durnham (Girls), está dividindo opiniões. 

A primeira parte mostra Hamm como apresentador de um talk-show estilo anos 90, entrevistando Durham. A segunda parte é um vídeo apresentado dentro do programa, divulgando o app. Se você se perguntar: “Como é possível Jon Hamm não saber o que é um iPhone?”, ou: “Por que a entrevista acontece nos anos 90?”, você não está sozinho. Mas aparentemente quem questiona estes detalhes não entendeu a piada, ou não é hipster o suficiente para entender. Pode me incluir nesta lista. Apesar de ter adorado ver os dois juntos, o humor "too cool" acabou me remetendo àquele misto de decepção e embaraço que sinto quando assisto a um esquete do Saturday Night Live NY que tem absolutamente tudo para dar certo mas... não dá.

E você, o que achou? Assista ao vídeo (que foi também dirigido por Durham) abaixo:

05 julho, 2012

Freud em português


Para quem estava com saudades do Dr Paul, da ótima série In Treatment (que a HBO adaptou da televisão israelense), agora poderá ver uma versão nacional. Dirigida por Selton Mello, Sessão de Terapia estreia no GNT dia 1º de outubro.

Assim como na versão da HBO, os 45 episódios serão exibidos de segunda a sexta, diferente do formato semanal mais comum às séries. A trama será a mesma, com apenas algumas pequenas adaptações (o piloto de guerra Alex, por exemplo, que bombeou acidentalmente uma escola no Iraque, virou o policial Breno, que atirou sem querer em uma criança). Veja algumas fotos dos personagens e seus equivalentes na versão brasileira.

Dr Paul (Gabriel Byrne) será Dr Théo (Zécarlos Machado)
Sophie (Mia Wasikowska) será Nina (Bianca Muller)
Alex (Blair Underwood) será Breno (Sergio Guizé)
Assista ao teaser:

19 março, 2012

Contagem Regressiva Mad Men: 6 dias


"Mad Men na mídia"

Nos EUA a mídia não se cansa de Mad Men. Um dos retornos mais esperados da TV americana, este mês a série e seus personagens ilustram as capas de revistas das mais variadas, desde a séria Newsweek até publicações menos densas como Entertainment Weekly, GQ e até mesmo o clássico TV Guide.





A propósito, a edição deste mês da Newsweek, “Welcome to 1965” (foto acima), foi toda feita utilizando o antigo design da revista na década de 60. Tudo homenageia a série e sua década, desde o logotipo na capa até o layout da edição. Até os anunciantes entraram na brincadeira e publicaram anúncios retrô. Entre eles estão: British Airways, Benneton, Tide, Mercedes-Benz, British Airways e Johnnie Walker (que usou o mesmo anúncio criado pela marca nos anos 60). 


Mais uma vez se confirma a tese de Frank Rose: os limites entre realidade e ficção estão desaparecendo em nome do entretenimento. E a revista já virou item de colecionador.


Veja todos os anúncios aqui.







26 agosto, 2011

Chairman do Google é convidado especial do Edinburgh Television Festival



Sinal dos tempos: Eric Schmidt, presidente executivo do Google, será a primeira pessoa de fora do setor de broadcasting a apresentar o discurso de encerramento do primeiro dia do prestigiadíssimo Edinburgh International Television Festival deste ano. O MacTaggart Lecture, como é conhecido, acontece na noite desta sexta-feira, e é normalmente destinado a nomes do primeiro escalão da BBC, do Channel Four, da ITV, e até a algumas personae non gratae como James e Ruppert Murdoch. Mas a honra do MacTaggart Lecture até hoje não havia sido concedida a alguém - teoricamente - de fora do setor.
Eric Schmidt no
festival: sinal dos tempos

De acordo com 
James Robinson, do Guardian, a mensagem central do discurso será clara e direta: "Google needs you". Ao que parece, trata-se de uma tentativa de esquecer as disputas em relação a patentes e copyrights e oferecer o cachimbo da paz ao setor televisivo. A intenção de 
Schmidt é acalmar os ânimos (especialmente após o Google ter adquirido a Motorola, o que torna a empresa a maior fornecedora de decodificadores de TV por assinatura do mundo) e assegurar a todos que o Google não é uma ameaça ao setor e sim um parceiro em potencial, e que o caminho é a colaboração.



07 junho, 2011

Fox amplia investimentos no Brasil



De acordo com a Folha, além de estar em busca de novos projetos para produção nacional, a FOX estaria também planejando lançar novos canais e duplicar o número de funcionários no país.

Atualmente, a FOX distribui ao todo no Brasil 12 canais, entre eles National Geographic, Studio Universal e BemSimples. Entre as possibilidades de novos canais há a antiga promessa de lançar no país o Fox Sports. Corre no mercado a informação de que a empresa estaria disposta a negociar uma parceria ou até comprar o Bandsports para colocar o plano em prática.

De acordo com o Valor Econômico, o Brasil representa 40% do faturamento da FOX Latin America, e é o segundo mercado mais importante para a empresa fora dos Estados Unidos.

O interesse de estúdios estrangeiros em criar conteúdo em língua portuguesa feito no Brasil aumentou por conta da expansão da base de assinantes de TV paga no país. Segundo dados da Anatel, entre 2006 e 2010 o número de clientes do serviço passou de 4,5 milhões para 9,7 milhões. E este crescimento tem se dado principalmente entre as classes de menor renda: a classe C representa 43% desse mercado. A classe A aparece com 24% e a B com 26% do mercado de TV por assinatura. E entre as pessoas que pretendem adquirir o serviço de TV paga, 65% são da classe C.

05 abril, 2011

MipTV 2011: Conteúdo é arma contra a fragmentação

Pay TVNews, 04 de abril de 2011, por André Mermelstein


Os dois keynotes do primeiro dia do MipTV, em Cannes, tiveram algo em comum. Tanto o CEO da Zodiak, David Frank, quanto o do Canal +, Rodolphe Belmer, reforçaram o papel do conteúdo televisivo forte como forma de enfrentar a queda de audiência causada pela fragmentação das mídias.

Frank afirmou que, ao contrario de algumas previsões, não acredita que o negócio da TV esteja perdido. "Somos uma companhia de TV. Vamos criar para diferentes plataformas, mas o foco será sempre na TV", disse. A Zodiak produz programas de ficção, não-ficção e infantojuvenis, e distribui conteúdo de 45 produtoras.

"Esqueça por um momento todo o barulho em torno das novas plataformas. O que as emissoras no mundo todo ainda procuram é um hit, um programa de sucesso".


Mas a noção de hit também mudou, admite. Hoje o que vale, disse, não é apenas no programa ter grande audiência, mas sim um grande valor, como as propriedades infantis, que geram receitas em outros mercados.

Rodolphe Belmer, do Canal +, foi além. Disse que todo o modelo de produção da companhia está mudando em função das novas mídias, para preservar o business de TV.

Segundo ele, o modelo do Canal +, com seu 27 canais, é diferente do normal em pay-tv, pois é fortemente baseado em exclusividade e identificação de marca, a exemplo do que faz também a HBO.


Siga lendo o artigo original aqui.

04 abril, 2011

Ajude um pobre diretor a recuperar sua popularidade


A campanha para mandar o cineasta M. Night Shyamalan de volta para a escola de cinema (ou, como no trocadilho da língua inglesa, “Night School”), parece não estar tendo muito resultado. A proposta inicial do site “Send M. Night Shyamalan Back to Film School”, criado mês passado, era arrecadar US$ 150 mil. Mas as doações atingiram apenas US$ 682 até o momento. Neste ritmo o diretor não vai conseguir pagar nem por um cursinho online.

Na pior das hipóteses, se falharem em arrecadar a quantia desejada, os autores prometem usar o dinheiro para promover um festival para aspirantes a cineastas, onde o vencedor receberia a quantia como uma bolsa de estudos para a Universidade de Nova York.

A campanha foi criada por um grupo de publicitários cinéfilos cansados dos filmes chatos do cineasta indiano. Rei dos Razzie Awards (que premia o que há de pior no cinema), Shyamalan já venceu nas categorias Pior Filme, Pior Diretor, Pior Roteiro e até Pior Ator Coadjuvante (em seu próprio filme).

O site oferece downloads de avatares para redes sociais, protetores de tela, além do exclusivo kit de Plot Twist (a típica e previsível reviravolta nas tramas de Shyamalan). Mesmo que você seja um fã ardoroso do cineasta e ache que tudo isso é uma grande injustiça, vale a pena visitar o site pela criatividade dos autores.



01 março, 2011

O PTC e a televisão americana


Quem já ouviu falar da polêmica que a série Skins US vem provocando nos EUA, já deve ter se deparado com a sigla PTC (Parents Television Council), uma organização de tendência conservadora que policia o que é exibido na TV aberta, e já comprou briga com outras séries teen, entre elas Dawson's Creek, Glee, Gossip Girl e $#*! My Dad Says.

Temida há anos pelos anunciantes mais tradicionais (que calculam que uma mãe ultrajada pode ter um efeito multiplicador, incitando boicotes e causando incomensuráveis danos à marca), estaria a organização finalmente começando a perder seu poder? Com todo o buzz que vem gerando na mídia e nas redes sociais, não estaria o tiro do PTC saindo pela culatra?

Esta semana o blog Na TV publicou um artigo meu sobre o tema. Clique aqui para ler o texto na íntegra e descobrir como emissoras e anunciantes americanos têm lidado com as pressões do (uma vez) temido PTC.

24 janeiro, 2011

Onion News Network: da web para a TV


Com tantas séries hoje em dia investindo em webisodes e spin-offs online, o mais popular jornal de sátiras dos EUA, o The Onion, está fazendo o caminho inverso.

Responsável por inúmeros vídeos de notícias falsas parodiando os noticiários norte-americanos, o website acaba de lançar uma série no canal americano Independent Film Channel (IFC). A série segue os moldes do filme de 2008, e a julgar pelo primeiro episódio, que foi ao ar em 21 de janeiro, tudo indica que a série Onion News Network vai gerar muita polêmica e colocar o pequeno e ainda pouco conhecido canal de TV a cabo no mapa.

O programa é apresentado pela personagem Brooke Alvarez, interpretada pela ex-âncora da Fox News Suzanne Sena, na vida real um rosto conhecido do telejornalismo americano (o que acrescenta um toque ainda mais surreal às já bizarras reportagens apresentadas).

Entre elas, destaca-se a notícia a respeito da quinta tentativa de assassinato da filha de Tom Cruise, Suri, por um grupo de soldados do futuro. Os “rebeldes” do ano de 2075 defendem ser necessário “eliminá-la” a todo custo para que a humanidade seja salva, uma hilária referência ao filme O Exterminador do Futuro. A propósito, a idéia de satirizar os Cruise não é nova, e é tema recorrente em séries como Family Guy, South Park e Saturday Night Live.

Em outra sequência do programa - cujo slogan é “televisão sem piedade”- uma adolescente branca que cometeu um assassinato violento é julgada como se fosse um homen negro. Em uma coletiva de imprensa, a sua família dá a seguinte declaração: “Vamos fazer de tudo para que nossa filha seja tratada com todo o respeito e simpatia que uma garota branca e fotogênica merece..."


Sem dúvida não há lugar para o politicamente correto no Onion News Network. Resta saber se haverá lugar para a série no superpopulado universo televisivo americano, assim como anunciantes dispostos a correr o risco de perder o cliente mas não perder a piada.

01 dezembro, 2010

Você é o que você assiste

De acordo com a empresa de pesquisa americana Mindset Media, especializada em perfis psicográficos de consumidores, os programas de TV que assistimos oferecem aos anunciantes insights mais do que valiosos sobre nossa personalidade. Este tipo de análise é extremamente útil quando somente o perfil demográfico não é suficiente para desenhar com clareza os estilos de vida dentro de um grupo de consumidores.

A empresa investigou os hábitos de 25 mil espectadores em relação a 70 programas da TV americana. Conclusão: traços de personalidade e comportamento de compra comuns entre os consumidores de um mesmo show. Apenas algumas exceções, como os espectadores de House, não apresentaram traços em comum, formando um grupo curiosamente heterogêneo.

Abaixo algumas conclusões sobre o perfil psicográfico do público de alguns favorites dos departamentos de mídia no momento. Para ler o artigo de Beth Bulik para a Advertising Age, clique aqui.

Assiste Glee: abertos, imaginativos, sensíveis. Marcas com forte apelo para este grupo: Evian e Volkswagen Jetta.  Marca com baixo apelo: Quaker.



Assiste Family Guy: Rebeldes, sarcásticos, inclusivos, fáceis de lidar. Marca com forte apelo: Harley-Davidson. Marca com baixo apelo: Danone Light.
Assiste Mad Men: criativos, sensíveis, intelectualmente curiosos. Marcas com forte apelo: Apple, American Express, Audi A6. Marcas com baixo apelo: Microsoft, sopas Campbell, GMC Sierra.
 

Assiste The Office (versão americana): gostam de estar no comando, tendem a se achar superiores. Marcas com forte apelo: Starbucks e BMW. Marcas com baixo apelo: McDonald's e Doritos.

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