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18 dezembro, 2015

Star Wars ganha homenagem no Vine


Assim como todas as redes sociais, o Vine também foi invadido pela febre #StarWars. O aplicativo social criou até um canal para dar destaque ao tema esta semana. 

Assista abaixo a alguns dos melhores vines que fazem tributo à saga de George Lucas. Para assistir a todos, clique aqui.




11 setembro, 2015

Filmes clássicos em 6 segundos

 Animações em stop motion envolvem muitos recortes de papel, cola, fita adesiva e muita, mas muuuita paciência. Um tripé ou suporte para o celular também pode ser bastante útil. 


Quem conhece o blog já está acostumado a ler aqui sobre o Vine. Mais do que apenas um aplicativo, vejo a rede de compartilhamento de micro-videos do Twitter como um espaço lúdico e colaborativo, onde a criatividade impera e os laços formados ultrapassam fronteiras. Uma plataforma onde marcas, governos, franquias de entretenimento, revistas, jornais, fãs, celebridades e usuários comuns convivem democraticamente, e onde todos, sem exceção, possuem apenas seis segundos para contar sua história.

Meu interesse nesta rede, inicialmente motivado por pura curiosidade acadêmica, é hoje mais do que um hobby. Por isso compartilho aqui uma série de vines que criei recentemente utilizando a técnica de animação em stop motion - todos inspirados em alguns dos meus filmes favoritos.

Não esqueça de clicar no ícone do som (na parte de baixo de cada video, à direita) para ativar o áudio!


A ORIGEM:


CLUBE DA LUTA:



DE VOLTA PARA O FUTURO:


BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS:


MATRIX:


MAGNÓLIA:


JANELA INDISCRETA:


MARY POPPINS:



29 outubro, 2014

Nesse Halloween, assuste Eli Roth e tenha seu filme produzido


Que tal a chance de ter seu roteiro de terror produzido por Eli Roth? Tudo que você precisa fazer é assustá-lo. Faça um vine (vídeo de 6 segundos cujo aplicativo pode ser baixado aqui: https://vine.co) bem aterrorizante e marque #SixSecondScare. Os melhores ganharão “revine” (para quem não sabe é o mesmo que um “retuite”, mas dentro do Vine) do diretor/produtor/ator, e o vencedor será anunciado na festa de Halloween do New Beverly Cinema, cinema histórico de Los Angeles adquirido e reformado pelo mestre Quentin Tarantino. O deadline é até dia 31 de outubro.

Além de Roth e Tarantino, também integram a comissão julgadora os atores Elijah Wood, Rob Lowe e Vanessa Hudgens (esta última não faz muito sentido, eu sei, mas…) 

Você também pode acompanhar os favoritos pelo Vine ou pelo Twitter (seguindo @eliroth e @FearTheCrypt). Abaixo duas amostras do nível dos concorrentes. Mas atenção: não recomendo para aqueles de coração fraco (sério mesmo, depois não digam que não avisei). Mais detalhes do concurso aqui: http://www.fearthecrypt.com






13 agosto, 2014

Artigos acadêmicos para download



Atenção estudantes e professores das áreas de cultura audiovisual e digital: a editora Taylor e Francis liberou o download de vários artigos acadêmicos sobre cinema, televisão, estudos culturais, jornalismo, new media e gender studies (todos em inglês). Os temas abrangem desde o mercado norte-americano até o Leste da Europa, América Latina, Austrália e Ásia.

Na categoria TV, destaque para os ótimos textos de Derek Johnson sobre a nova audiência e de Victoria Smith sobre a série Dexter. Quem estuda cinema não pode deixar de conferir o artigo de Matthew Campora sobre Eternal Sunshine of the Spotless Mind, e a análise de James MacDowell sobre o cinema de Wes Anderson.

Imperdível.


12 agosto, 2014

Comunidade do Vine faz homenagem a Robin Williams


Abaixo você pode assistir a alguns dos melhores vines dando adeus ao ator Robin Williams, fazendo referência ao seus personagens mais amados, como o DJ de Bom Dia Vietnã, o professor de Sociedade dos Poetas Mortos, o gênio de Aladdin, Mrs. Doubtfire e, é claro, o eterno Peter Pan. 

A hashtag #RIPRobinWilliams permanece em destaque na rede social desde ontem à noite, e os vídeos (alguns extremamente criativos) não param de chegar.









01 julho, 2014

Feliz aniversário Walkman!

O Walkman da Sony completa 35 anos hoje, dia 1º de julho. Em homenagem a este ícone dos anos 80, companheiro inseparável das crianças e jovens que cresceram naquela época, aqui vão algumas cenas de filmes que ajudaram a torná-lo um clássico. 

A trilha você escolhe.




Footloose
Pretty Woman

American Psycho

Precisa legenda? Back to the Future

20 maio, 2014

FASTASMA DE JEAN COCTEAU EM CANNES


Fato: o Festival de Cannes 2014 está em andamento desde o dia 14 e se encerra neste Domingo dia 25 de maio. Outro fato: ao longo dos anos inúmeras marcas e patrocinadores já fizeram e seguem fazendo ações promocionais durante o evento.

Mas poucas marcas foram tão inovadoras (e divertidas) quanto a Orange (empresa franco-britânica de telefonia celular) no ano passado, com a campanha que envolvia o ator/roteirista/produtor/diretor do Tribeca Film Festival, Adam Goldberg; o fantasma do diretor/roteirista/designer/poeta francês Jean Cocteau; e a mídia social que é a nova queridinha dos cineastas, videomakers e fotógrafos, o Vine.

Mesmo sendo de 2013, vale a pena assistir mais uma vez. Os vines abaixo mostram Cocteau abordando Goldberg com uma importante missão: apresentar cada um dos indicados a Melhor Filme em 6 segundos (assista a todos no perfil da Orange CineDay). Apesar de reclamar (“Isso soa como muito trabalho”), Goldberg se impressiona ao descobrir que o primeiro filme de Cocteau tratava-se de um vine (ao menos em termos de linguagem...), e acaba topando o desafio.










03 novembro, 2013

O storytelling imersivo de Mike Monello

O que o filme A Bruxa de Blair, a série Game of Thrones e os automóveis da Audi têm em comum? O talento de Mike Monello, da agência Campfire, por trás de suas campanhas.

No final dos anos 90, junto com Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, ele ajudou a criar um universo paralelo que gerou tamanho envolvimento com o público que fez de A Bruxa de Blair um dos 100 filmes de maior faturamento de todos os tempos. O que estes jovens fizeram na época, bem antes do surgimento das redes sociais, foi nada menos do que experimentar com a linguagem transmídia, criando extensões de narrativa em diversas plataformas (cinema, website, especial para a TV, livro e game) que instigaram a curiosidade do público e permitiram a imersão no universo da história. Leia abaixo o artigo onde ele aborda tópicos como: transmídia storytelling e os fãs da marca.

O suposto "desaparecimento" dos três documentaristas
Por Mike Monello


"Em 1998 me juntei a quatro amigos em Orlando para produzir o que iniciou como um filme independente e terminou como A Bruxa de Blair. Dar vida à lenda da bruxa através de várias mídias foi a mais incrível e inusitada experiência de storytelling da minha vida. Havia uma constante carga de adrenalina em contar uma história online e em tempo real para uma audiência que só crescia. Nós conseguimos criar, antes do Facebook, Twitter e YouTube, uma conexão profundamente significativa com os fãs antes mesmo do filme estar finalizado.

Game of Thrones e a exótica culinária imaginada de Westeros
Nós influenciamos o comportamento dos fãs de uma forma bem mais valiosa do que simplesmente clicar em um botão de "compartilhar": eles pressionaram tanto os gerentes de cinemas locais que acabaram elevando o filme da categoria "pequeno lançamento independente" para "sucesso mainstream do verão", exibido em 2.500 salas. A experiência de fazer e promover A Bruxa de Blair abriu meus olhos para o poder - e as possibilidades - do storytelling em um mundo conectado.

Agora avance 13 anos. A crescente hiperconectividade deu visibilidade a comportamentos antes ofuscados pela comunicação de massa. Testemunhamos a emergência das redes sociais e memes, a democratização da notícia, o crescimento do influenciador online, da tecnologia móvel, do cloud computing e do
tecnólogo criativo.

Mas hiperconectividade não se refere só a tecnologia, canais de mídia e redes. Na sua essência, ela tem a ver com o poder da propaganda boca-a-boca e sobre os novos usos de uma das tradições mais antigas: o storytelling. Nos áureos tempos do comercial de 30 segundos, publicitários usavam histórias para educar e converter um público que era cativo e atento. Hoje a hiperconectividade nos levou à fragmentação, e a audiência recebe informações quando e onde quer, em múltiplas telas, em 140 caracteres e em incontáveis newsfeeds.

Isto é incômodo para marketeiros acostumados a contar brand stories cuidadosamente controladas. Para tirar vantagem destas transformações, o primeiro passo é criar um universo robusto dentro do qual a história da marca pode se desdobrar de forma autêntica, independente da direção que tomar ou de quem irá determiná-la.

Em uma campanha de marketing, isto significa criar experiências múltiplas para os consumidores, usando inúmeros canais, tanto online como offline. Dar às pessoas matéria-prima para que juntem os pedaços da história na sua própria mente, do seu próprio jeito e nas suas próprias palavras. Esta abordagem inspira brand stories compartilháveis, na linguagem personalizada de cada consumidor.


Também representa uma ousada porém gratificante mudança no controle da voz da marca: do marketeiro para o consumidor. Os anúncios impressos e comerciais de 30 segundos contavam histórias a uma audiência passiva. Mas o marketing baseado na experiência dá às pessoas uma história para compartilhar.

O resultado: o universo da marca passa a viver dentro da mente do consumidor. Construir este universo da marca vai além de mensagens cuidadosamente elaboradas com base em um manual de marketing. É preciso criar regras para este universo, canais de comunicação adequados e experiências que permitam que a história tome forma organicamente. Mas a campanha deve levar em conta que os consumidores não precisam -e não irão- participar de cada uma das experiências.
The Art of the Heist: o Alternate Reality Game da Audi
Como funciona na prática? Para assegurar que a primeira temporada de Game of Thrones fosse um sucesso, a Campfire evocou o universo da série de TV antes dela existir. Criamos experiências sensoriais que convidavam a ver, ouvir, tocar, cheirar e provar o mundo de Westeros. A campanha começou com o envio de caixas aromáticas especialmente desenhadas a influenciadores online, e culminou com um food truck (coordenado pelo chef Tom Colicchio) nas ruas de Nova Iorque e Los Angeles. Nós demos vida à série na mente dos consumidores (inicialmente apenas curiosos e posteriormente evangelistas), fazendo de Game of Thrones uma das mais antecipadas e bem sucedidas séries de 2011.

Curiosidade é uma ferramenta extremamente eficiente para influenciar o comportamento do consumidor. Seja rastreando um carro "roubado" do New York Auto Show (campanha The Art of the Heist da Audi), ou decifrando cartas escritas em línguas mortas (campanha de lançamento de True Blood), a curiosidade motiva os consumidores a viver experiências que formam o universo da marca, e dá motivos para que compartilhem suas descobertas com seguidores.

Este tipo de campanha é altamente imersiva, e permite diferentes níveis de engajamento com diferentes tipos de consumidores, do meramente curioso ao mais fanático. Esta abordagem exige um conhecimento profundo das subculturas de fãs. Embora o Facebook tenha popularizado a palavra "fã", se realmente compreendermos a cultura dos fãs poderemos converter observadores casuais em consumidores engajados e ansiosos por explorar o universo da marca. E não simplesmente pessoas que clicaram no botão "Curtir".


O "site de encontros" entre humanos e vampiros
Na Campfire nós imergimos nas subculturas de fãs para identificar os divers, dippers e skimmers. Os divers são um nicho que vive e respira o universo da marca, os dippers interagem casualmente com ela e os skimmers ficam mais na superfície. É preciso atingir cada um dos grupos separadamente e satisfazer suas necessidades. Graças a um mundo hiperconectado, um grupo influencia o outro, e é compreendendo este ecossistema que se tem os insights necessários para expandir o alcance da marca. Engajando primeiramente os divers, é possível gerar buzz suficiente para gerar um efeito cascata, que influencia então os dippers e finalmente os skimmers e o mainstream.

Independente do seu nível de envolvimento, quando consumidores visualizam o universo que resulta destas inúmeras experiências via múltiplas plataformas, eles desenvolvem um senso de propriedade da marca. A conexão com a marca é personalizada, e o laço emocional é duradouro.
Storytelling hiperconectado não é fácil, mas é uma ferramenta crucial do marketing atual. A verdadeira moeda das mídias sociais são histórias. Surpreenda e envolva as pessoas no universo de sua marca, e elas vão lhe ajudar a espalhar sua história."

(Texto traduzido por Sheron Neves)





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