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05 novembro, 2015

WORKSHOPS DE VÍDEO E STORYTELLING EM PORTO ALEGRE


Fui convidada pelo EDUCENTRO de Porto Alegre para ministrar dois workshops voltados a professores, psicoterapeutas e profissionais que lidam com educação em geral. Achei a ideia genial e estou empolgadíssima com o projeto. 

Os dois workshops acontecem na mesma data: 12 de novembro de 2015 (quinta-feira). Como ocorrem em horários diferentes, você pode fazer apenas um ou então aproveitar e fazer os dois, um à tarde e outro à noite. 


Que tal? Abaixo mais detalhes e links para inscrição.






WORKSHOP: VOCÊ SABE FALAR A LÍNGUA DO VÍDEO?

Muito mais do que um mero “recurso audiovisual” usado em sala de aula, projetos colaborativos que envolvem a produção de vídeos podem se tornar excelentes oportunidades de interação criativa.


OBJETIVOS:

Como um simples projeto de vídeo podem estimular a criatividade, o diálogo, o autoconhecimento e o espirito colaborativo em sala de aula e em ambientes de interação com educadores e psicoterapeutas. Compreender a importância da linguagem de vídeo, hoje extraordinariamente simplificada e democratizada pelo ambiente digital. Conhecer as inúmeras ferramentas de fácil produção/edição de vídeos curtos disponíveis para usuários de dispositivos móveis de todas as idades.

QUANDO: 12 de novembro de 2015 à tarde (das 14h às 18h)


INSCREVA-SE AQUI.







WORKSHOP: STORYTELLING
Se a nova cultura é convergente, criativa e participativa, a sala de aula também precisa ser.

OBJETIVOS:
Compreender a importância do storytelling na sala de aula. Tornar histórias engajantes e relevantes para uma geração ao mesmo tempo desatenta e altamente conectada. Entender como o ambiente digital pode ser aproveitado de forma criativa e colaborativa para este fim.

QUANDO: 12 de novembro de 2015 à noite (das 19h às 22h)


INSCREVA-SE AQUI. 



08 setembro, 2015

Curso “NARRATIVAS SERIADAS” EM PASSO FUNDO





Enquanto os grandes estúdios de cinema têm se voltado cada vez mais para resultados comerciais, a TV paga vem se tornando terreno fértil para a experimentação, liderando uma grande transformação no cenário mundial de entretenimento. Quem sai ganhando é o público, que é brindado com tramas densas e inteligentes como as de Breaking Bad, Game of Thrones e Mad Men. De olho neste mercado, o Netflix – cujo negócio inicial era apenas distribuição de conteúdo – começou também a produzir séries próprias, incluindo os prestigiadíssimos dramas House of Cards e Orange Is The New Black. O formato de entrega direta do Netflix – atualmente também adotado pelos gigantes do e-commerce Amazon e Alibaba – resulta não apenas em programas mais ousados, mas também revoluciona e redefine o que é “assistir”.

“NARRATIVAS SERIADAS: DA TV ÀS NOVAS MÍDIAS”, que acontece dia 3 de outubro em Passo Fundo, é organizado pela Cine Um e ministrado por Sheron Neves. O curso pretende discutir a narrativa seriada e a televisão contemporânea, além dos novos formatos de produção, exibição e interação com o público. O curso analisará este processo evolutivo e o inevitável impacto da web, projetando o que podemos esperar das séries nos próximos anos.

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Data: 3 de outubro de 2015  (sábado)
Horário: das 14h às 19h30
Local: Auditório da ACISA - Av. General Netto, 332 - 5º andar - Passo Fundo - RS

Mais informações e ficha de inscrição aqui.
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24 novembro, 2014

Anais da I Jornada Internacional GEMInIS: Entretenimento Transmídia 2014



Já estão disponíveis os Anais Online da JIG 2014 (I Jornada Internacional GEMInIS: Entretenimento Transmídia), que aconteceu de 13 a 15 de maio de 2014, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Os artigos completos dos trabalhos apresentados no evento estão distribuídos nos seis Seminários Temáticos listados abaixo. Clique aqui para ter acesso a todos.

- Narrativa Audiovisual

- Política do Mercado do Entretenimento e a Indústria Audiovisual
- Produção de Fãs e Cultura Participativa
- Redes de Produção e Circulação do Conteúdo Audiovisual
- Serialidade e Narrativa Transmídia
- Tecnologia e o Ensino nas Redes

Entre os trabalhos apresentados está o meu artigo, “O Vine e o Diálogo Audiovisual na Cultura Participativa”, que também pode ser acessado logo abaixo.




13 abril, 2013

A lógica do engajamento, por Henry Jenkins



Há cerca de um ano a Sorbonne Nouvelle - Université Paris 3 promoveu uma palestra com o professor Henry Jenkins, no Centre Pompidou. @AuroreGallarino fez um post para o blog do Orange Transmedia Lab com o resumo das principais ideias apresentadas.

Leia abaixo um dos trechos (em inglês). Para o conteúdo completo clique aqui.

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The logics of engagement

In Jenkins’ view, 5 logics are contributing to the emergence of transmedia and the phenomenon of increased fan participation (“fandom”):

1- The logic of entertainment, as evidenced by the presence in the US TV schedules of TV series and reality shows;
2- The logic of social connection, highlighted by votes and discussions on social networking sites;
3- The logic of experts, symbolised by the collective intelligence (Levy, 1994true) brought to bear by fans for the purposes of creation, production and discussion. Henry Jenkins cites the examples of the creation of Twin Peaks fan sites and the Lost Wiki, which both collate articles written by fans to offer greater insight into both series;
4- The logic of immersion, which encourages participation. For example, on Oscars night fans could use a number of interactive tools to immerse themselves in the ceremony and form a community;
5- The logic of identification, which enables fans to establish an identity depending on what they watch.

The fan: a central figure

Jenkins opened his presentation by underlining important role of fans. In his opinion, as a result of convergence culture the cultural industries now perceive fans differently and are trying to come to terms with this new variable. He explained, for instance, that a number of television series, including Fringe recently, have been kept on air thanks to fans’ demonstrations of support on social networks.


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27 fevereiro, 2013

DE ODETE A CARMINHA, A ARTE DE SER VILÃ NA TELINHA



Personagens como Carminha de “Avenida Brasil” e Odete Roitman de “Vale Tudo” entraram para a história da teledramaturgia brasileira como as vilãs que mais amamos odiar (ou que mais odiamos amar).

Pois ninguém mais adequado para falar sobre a arte da vilania do que a própria Beatriz Segall, que no próximo dia 5 vai falar sobre o extraordinário processo de transformar personagens odiosos em paixões nacionais. (talvez os vilōes da atual novela das 21hs pudessem aproveitar a oportunidade... #prontofalei)

Na Casa do Saber da Lagoa. Mais informações aqui. Para quem estiver pelo Rio na semana que vem, uma oportunidade e tanto.

26 fevereiro, 2013

A explosão do mercado televisivo no Brasil



Com mais de 3.000 participantes (contra 2.100 no ano passado), o RioContentMarket 2013, que aconteceu semana passada no Rio de Janeiro, comprovou que o mercado de produção independente para TV nunca esteve tão aquecido no Brasil (leia mais aqui). E a tendência é ficar mais ainda. Uma consequência imediata da nova lei 12.485, que criou cotas de conteúdo nacional na TV por assinatura. À nova legislação soma-se o aumento do poder aquisitivo de parte da população, o que aumentou o número de assinantes da TV paga.

De acordo com a organização do evento, foram contabilizadas mais de 1.100 reuniões de negócios, onde produtores independentes tiveram a chance de oferecer seus projetos para centenas de compradores nacionais e internacionais.

Outro destaque foi a imensa popularidade das palestras centradas em temas como: ficção seriada, branded content, storytelling e transmídia, todas com salas absolutamente lotadas. Prova de que existe grande demanda para o assunto no país, e que o mercado está sedento por informação e qualificação. Vamos torcer para que as universidades saibam capacitar seus alunos para este novo cenário que surge. E que este seja apenas o início de uma grande virada no mercado de produção televisiva nacional.


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06 dezembro, 2012

"A REVOLUÇÃO TRANSMÍDIA"

A revista INFO do mês de dezembro traz uma matéria sobre a crescente popularidade da narrativa transmídia. O único detalhe que faltou, na minha opinião, foi mencionar que o transmídia storytelling não é aplicável apenas a séries de TV e filmes, e já é utilizado na estratégia de comunicação de grandes anunciantes como Coca-Cola, Intel, Toshiba, Audi, Nokia e muitos outros. 

Leia abaixo a reprodução do artigo (ou acesse o original aqui).



"A REVOLUÇÃO TRANSMÍDIA" - por Paula Rothman

Contar uma história em várias plataformas é a aposta de produtores para fisgar o espectador onde quer que ele esteja. Dexter é uma das séries de maior sucesso dos últimos tempos e atraiu mais de dois milhões de espectadores na estreia da sétima temporada nos Estados Unidos, em outubro. Mas a audiência não fica apenas na TV. Há um game interativo online, onde os espectadores solucionam crimes com as mesmas ferramentas do protagonista, e uma série somente para a web que mostra detalhes inéditos que não foram ao ar. A estratégia de Dexter é uma forma de narrativa cada vez mais adotada por produtores: o transmídia.

“Transmídia é criar conteúdo que sejam uma extensão da narrativa principal, que permita aos telespectadores aprofundar o relacionamento com aquela marca”, diz Mauricio Mota, sócio fundador d´Os Alquimistas. A empresa carioca, uma das pioneiras nesse tipo de projeto no Brasil, possui uma filial na Califórnia de onde trabalha diretamente com os grandes estúdios e produtoras.

Além de aproximar os fãs das séries e abrir mais oportunidades para anúncios, o conteúdo em outras plataformas é uma maneira barata de testar novas ideias. – como a criação de um novo personagem em um seriado. “Produzir um episódio custa pelo menos 800 mil dólares. Mas lançar uma história em quadrinhos sobre o passado de algum personagem, como fez a série Heroes, custa menos de 6 mil”, diz Mota.

Com usuários cada vez mais dispersos em diferentes plataformas, a TV precisa brigar pela atenção e estar presente em todos os locais que o espectador possa acessar. Por isso, praticamente todas as empresas de entretenimento investem no conteúdo transmídia.  “Nossas produções para televisão são concebidas com um planejamento 360º : não apenas no mundo digital, mas com shows, músicas, etc..”, disse a INFO Cecília Mendoça, vice presidente dos canais Disney na América Latina. “Mas vale lembrar a máxima: o que as pessoas querem é uma boa história. Conteúdo ruim em 30 plataformas continua sendo conteúdo ruim”, diz Mota.

Leia post de 20/03/2012 sobre a campanha transmídia de Dexter aqui.


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07 maio, 2012

Vídeo do curso "Storytelling e Transmídia para Marcas"

Assista abaixo ao vídeo sobre o curso STORYTELLING E TRANSMÍDIA PARA MARCAS da ESPM-Sul. Matrículas abertas.




POR QUE FAZER?

Os novos consumidores são multitarefas, consomem conteúdo em múltiplas telas e conectam-se via múltiplas plataformas. Com isso, seu nível de atenção é cada vez mais baixo, e mantê-los interessados na sua mensagem se tornará um desafio cada vez mais difícil. Especialmente se sua marca não souber entretê-los. A publicidade hoje precisa ser uma experiência para imergir, um convite para participar (o quinto "P" do marketing é a "Participação"). Por isso, no lugar de interrompê-los enquanto fazem algo que os interessa, sua marca precisa SER aquilo que os interessa. Ao invés de interromper o conteúdo para passar a sua mensagem, sua mensagem precisa SER o conteúdo. Ao complementar o mix de comunicação com o transmídia storyteling, marcas como Coca-Cola, Intel, Toshiba, Nokia, HBO e Audi já confirmam que o transmídia storytelling (assim como o branded content e o marketing de experiência) podem sustentar uma profundidade de experiência que fortalece o envolvimento com a marca e gera mais fidelidade.


PARA QUEM É INDICADO?


Profissionais e estudantes que atuam nas áreas de marketing, publicidade, produção audiovisual (TV e cinema), além de empresas de web design e veículos de comunicação.



ONDE OBTENHO MAIS INFORMAÇÕES? AQUI.


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