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25 outubro, 2011

Dica de Leitura: Coleção "Reading Contemporary Television"



(POST UPDATE) A popularidade das séries de televisão sem dúvida não é um fenômeno novo, mas os contextos de produção e recepção se transformaram ao longo da história. A tecnologia digital e estratégias globais das grandes corporações de mídia não apenas aumentaram o mercado para produtos televisivos mas também intensificaram o debate acadêmico sobre as conseqüências da circulação e recepção destes produtos num nível global, nacional, regional e local.

A coleção Reading Contemporary Television da I.B. Taurus / MacMillan oferece uma leitura crítica dos produtos televisivos contemporâneos, com obras que agregam artigos de acadêmicos ingleses e americanos cujas linhas de pesquisa giram em torno da dramaturgia serializada. A coleção é coordenada por Kim Akass, da London Metropolitan University, e Janet McCabe, da Manchester Metropolitan University. Entre os títulos estão:

- Reading Sex and the City, de Janet McCabe e Kim Akass (ed.)
- Reading The Sopranos, de David Lavery (ed.)
- Reading Lost: Perspectives on a Hit TV Show, de Roberta Pearson (ed.)
- Reading CSI, de Mike Allen (ed.)
Reading Six Feet Under, de Janet McCabe e Kim Akass (ed.)

Embora ainda não exista previsão de publicação em português, a maioria das grandes livrarias brasileiras importam os livros sob encomenda.


Outros títulos interessantes na área de cultura visual e estudos de mídia são:
- Re-viewing Television History: Critical Issues, de Helen Wheatley (ed.)
- Third Wave Feminism and Television, de Merri Lisa Johnson (ed.)
- Reading 24: TV Against the Clock, de Steven Peacock (ed.)
- The Queer Politics of Television, de Samuel Chambers

28 junho, 2011

Curso: "HBO – A TV QUE NÃO DIZ QUE É TV" em Porto Alegre


Desde o final da década de 90, o canal de TV a cabo HBO vem influenciando a TV mundial com suas produções polêmicas e de inquestionável qualidade, como Sex And The City, Família Soprano, True Blood, Band of Brothers, Roma, Amor Imenso, In Treatment, Boardwalk Empire e as recentes Game of Thrones e Mildred Pierce.

Com suas produções e suas inteligentes campanhas publicitárias, a emissora liderou uma grande transformação no cenário televisivo, elevando os parâmetros de qualidade e obrigando os outros canais a seguir o mesmo caminho. Ao posicionar-se como “não-televisão”, como diz seu próprio slogan (Não é TV. É HBO), a HBO não só  diferenciou-se da “TV comum” mas deu a seus telespectadores permissão para se diferenciar dos ‘telespectadores comuns”.

O curso "HBO – A TV QUE NÃO DIZ QUE É TV", organizado pela Cena UM, vai mostrar como a emissora atingiu um grau de excelência que hoje rivaliza com o cinema, conquistando o respeito da crítica e do público, além múltiplos prêmios e talentos como o de Al Pacino, Dustin Hoffman, Kate Winslet, Tom Hanks e Martin Scorsese.

Descubra como tudo isso influenciou e vai seguir influenciando o que você assiste na TV, e porque séries de outras emissoras, como Lost, Dexter, House, Breaking Bad, Brothers & Sisters e Mad Men, devem parte do seu sucesso à ousadia inovadora da HBO. E por fim, saiba o que esperar das séries e minisséries de TV nos próximos anos, e como as mídias sociais vão afetar cada vez mais o que você assiste.


E para completar um box da primeira temporada de True Blood será sorteado entre os participantes no final do curso! Mais detalhes no link abaixo.



Datas: 9 e 10 de julho
Horário: das 9h30 às 12h30
Local: CineBancários (Rua General Câmara, nº 424 - Porto Alegre)
Mais informações e ficha de inscrição aqui.

28 abril, 2011

Na sala de aula com Don Draper e Homer Simpson




Você acredita que é possível aprender algo com Os Simpsons? Para a University of California, a resposta é sim. Para o professor Sam McManis, Bart e Homer têm tanto a ensinar sobre escolhas morais em um mundo caótico quanto Nietzsche.

E a turma de Mad Men, os publicitários politicamente incorretos dos anos 60? O que eles teriam a ensinar aos estudantes da Chicago Northwestern University? O professor Michael Allen acredita que a série é perfeita para mostrar a dinâmica dos papéis sociais da época e papel da publicidade da sociedade de consumo contemporânea.

Trata-se é uma nova tendência nas universidades americanas. Séries como Lost, Sex and the City, The Sopranos e The Wire, também já entraram para o currículo de cursos como História, Filosofia, Mídia, Teologia e Literatura.

Para saber mais sobre o universo pop da TV na sala de aula, clique aqui para ler meu artigo no blog O Café.

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