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18 dezembro, 2015

Star Wars ganha homenagem no Vine


Assim como todas as redes sociais, o Vine também foi invadido pela febre #StarWars. O aplicativo social criou até um canal para dar destaque ao tema esta semana. 

Assista abaixo a alguns dos melhores vines que fazem tributo à saga de George Lucas. Para assistir a todos, clique aqui.




06 outubro, 2014

TWIN PEAKS voltará em 2016


Você não está sonhando. É verdade. O canal a cabo premium Showtime acaba de anunciar que trará de volta a série de TV ultra-super-hiper cult de David Lynch, Twin Peaks.

Não acredita? Então dá uma olhadinha no vídeo publicado hoje no canal da Showtime no Youtube. E aguarde mais novidades aqui (assim que esta que vos escreve se recuperar do susto que levou com a notícia...)


08 março, 2014

TRUE DETECTIVE: fan art e mashups

Com o final da primeira temporada de True Detective chegando, multiplicam-se as homenagens feitas pelos fãs ao drama excepcional produzido pela HBO. Abaixo alguns belos exemplos:


TRUE DETECTIVE + PEANUTS:
Art by Nothinghappenedtoday

TRUE DETECTIVE + TWIN PEAKS: 
Art by unknown

Art by Shindoku

TRUE DETECTIVE + THE SIMPSONS:
Revelado: Homer Simpson é o "Rei Amarelo"

OUTROS TRABALHOS:
Art by Phantom City Creative
Art by Nagy Norbert


Art by Nigel Evan

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13 dezembro, 2013

Game of Thrones: King Joffrey e a ira dos fãs


Já era tempo do personagem mais odiado de Game of Thrones, o reizinho-bastardo-metido-a-besta Joffrey Baratheon, pagar pela suas vilanias. Enquanto o dia não chega na série, a HBO achou uma forma satisfazer nosso desejo de vingança lançando um evento nas redes sociais para “assar” (ou apedrejar, a julgar pelos vines abaixo) o personagem.


De acordo com o site Game of Thrones Brasil, tudo começou durante o feriado de Ação de Graças, quando a hashtag #RoastJoffrey começou a ser usada por fãs sugerindo que o clássico peru fosse substituído pelo reizinho sociopata. Aproveitando o hype, a HBO criou o hotsite RoastJoffrey.com, que agrupa todos os posts de descontentamento dirigidos a Joffrey no Twitter, Vine, Facebook e Instagram.

Hoje pela manhã já havia mais de 50.000 “roasts” no hotsite, incluindo o da imagem acima, que pergunta se a Hallmark já possui cartões comemorativos para “Pais-Tios”...

Confira abaixo alguns dos posts no Vine, incluindo o da marca de biscoitos Oreo, que também entrou na brincadeira.




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06 dezembro, 2013

Fan art: clássicos dos anos 80


Apaixonado por cartazes de filmes, o designer italiano Van Orton criou vitrais em homenagem a filmes clássicos dos anos 80. Para conhecer melhor o trabalho deste artista visite sua página no Facebook.









Fonte: Flavorwire


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22 novembro, 2013

Aos fãs de Doctor Who


Antes de tudo, uma confissão: não sou uma fã número um de Doctor Who. Não me entendam mal, é só porque ficção científica não é meu cup of tea. Mas sou, isso sim, fã dos fãs. E que melhor exemplo de fã do que os apaixonados e inventivos Whovians? Com certeza também os mais estilosos, com seus ternos, cachecóis e tênis All Star, e os mais antigos. Vocês resistem ao tempo assim como o próprio doutor - que, para quem não sabe, já viaja pelo universo muito antes do Spock, e numa nave que, se não mais potente que a Enterprise, no mínimo mais elegante. Este post é dedicado a vocês Whovians, e aos 50 anos da sua dedicação.

Palmas também para a “Tia BBC” (como é chamada na Inglaterra) por reinventar em 2005 um clássico que poucos acreditavam que daria certo numa versão 2.0. E deu.

Aqui estão os 10 melhores exemplos de fan art - ou Whovian art - que encontrei ao longo dos anos. Para começar, duas peças com meu doutor favorito, David Tennant: a primeira, lá no topo, é de KGreene, e a versão Simpsons abaixo é de Springfield Punx.


O Stewie Griffin virou Doctor Stew neste genial cross over feito pelo fã olg.


Outro cross over, desta vez com a turma do Peanuts, As criações de Adam Koford (primeiro) e Larry Wentzel (segundo) não deixam nada a desejar aos originais de Charles Schulz.


Time and Relative Dimensions in Space 2001, de Mark Wallinger, é uma versão da TARDIS coberta de espelhos, exposto na prestigiada Hayward Gallery de Londres.


Já o fã Timemachineyeah fez sua TARDIS numa versão mais low budget, usando uma geladeira velha.


Os bonequinhos Lego foram criados pelo fã Spielbrick.


Eggsterminate é um Dalek feito de ovo, criação da fã PugnoM, que inclusive ensina como confeccionar o seu, passo a passo.


Este belo cartaz estilo vintage foi criado pelo genial Benjashizzle.

E para terminar, uma dica para quem gosta de fan fiction: o site inglês A Tea Spoon and an Open Mind traz uma coleção de mais de 36 mil (!) textos. É leitura suficiente para uma vida inteira. De um Time Lord, é claro.

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17 novembro, 2013

OS DONOS DO SHOW


Trailer do documentário Showrunners, de Des Doyle e John Wallace, que mostra a rotina insana dos profissionais da TV responsáveis por criar, roteirizar e supervisionar todos os elementos de produção de séries como Lost, Boardwalk Empire, The Big Bang Theory, The Shield, Once Upon a Time, Bones, Revenge, House, The Good Wife, entre outras.

Eles movem um dos principais produtos de exportação do mercado de entretenimento americano. E precisam aprender a lidar com as imensas expectativas de milhões de fãs ao redor do mundo que dedicam horas e horas de suas vidas mergulhados em suas histórias.




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Produção de fãs: preenchendo as lacunas da narrativa original


Genial este vídeo da série Off Book do canal PBS (TV pública americana). Ele explora a fan art e a fan fiction sob a ótica de três artistas que se inspiram na cultura pop para se expressar, criando releituras de narrativas conhecidas e utilizando o cross over para combinar universos fictícios. Confira:






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03 novembro, 2013

O storytelling imersivo de Mike Monello

O que o filme A Bruxa de Blair, a série Game of Thrones e os automóveis da Audi têm em comum? O talento de Mike Monello, da agência Campfire, por trás de suas campanhas.

No final dos anos 90, junto com Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, ele ajudou a criar um universo paralelo que gerou tamanho envolvimento com o público que fez de A Bruxa de Blair um dos 100 filmes de maior faturamento de todos os tempos. O que estes jovens fizeram na época, bem antes do surgimento das redes sociais, foi nada menos do que experimentar com a linguagem transmídia, criando extensões de narrativa em diversas plataformas (cinema, website, especial para a TV, livro e game) que instigaram a curiosidade do público e permitiram a imersão no universo da história. Leia abaixo o artigo onde ele aborda tópicos como: transmídia storytelling e os fãs da marca.

O suposto "desaparecimento" dos três documentaristas
Por Mike Monello


"Em 1998 me juntei a quatro amigos em Orlando para produzir o que iniciou como um filme independente e terminou como A Bruxa de Blair. Dar vida à lenda da bruxa através de várias mídias foi a mais incrível e inusitada experiência de storytelling da minha vida. Havia uma constante carga de adrenalina em contar uma história online e em tempo real para uma audiência que só crescia. Nós conseguimos criar, antes do Facebook, Twitter e YouTube, uma conexão profundamente significativa com os fãs antes mesmo do filme estar finalizado.

Game of Thrones e a exótica culinária imaginada de Westeros
Nós influenciamos o comportamento dos fãs de uma forma bem mais valiosa do que simplesmente clicar em um botão de "compartilhar": eles pressionaram tanto os gerentes de cinemas locais que acabaram elevando o filme da categoria "pequeno lançamento independente" para "sucesso mainstream do verão", exibido em 2.500 salas. A experiência de fazer e promover A Bruxa de Blair abriu meus olhos para o poder - e as possibilidades - do storytelling em um mundo conectado.

Agora avance 13 anos. A crescente hiperconectividade deu visibilidade a comportamentos antes ofuscados pela comunicação de massa. Testemunhamos a emergência das redes sociais e memes, a democratização da notícia, o crescimento do influenciador online, da tecnologia móvel, do cloud computing e do
tecnólogo criativo.

Mas hiperconectividade não se refere só a tecnologia, canais de mídia e redes. Na sua essência, ela tem a ver com o poder da propaganda boca-a-boca e sobre os novos usos de uma das tradições mais antigas: o storytelling. Nos áureos tempos do comercial de 30 segundos, publicitários usavam histórias para educar e converter um público que era cativo e atento. Hoje a hiperconectividade nos levou à fragmentação, e a audiência recebe informações quando e onde quer, em múltiplas telas, em 140 caracteres e em incontáveis newsfeeds.

Isto é incômodo para marketeiros acostumados a contar brand stories cuidadosamente controladas. Para tirar vantagem destas transformações, o primeiro passo é criar um universo robusto dentro do qual a história da marca pode se desdobrar de forma autêntica, independente da direção que tomar ou de quem irá determiná-la.

Em uma campanha de marketing, isto significa criar experiências múltiplas para os consumidores, usando inúmeros canais, tanto online como offline. Dar às pessoas matéria-prima para que juntem os pedaços da história na sua própria mente, do seu próprio jeito e nas suas próprias palavras. Esta abordagem inspira brand stories compartilháveis, na linguagem personalizada de cada consumidor.


Também representa uma ousada porém gratificante mudança no controle da voz da marca: do marketeiro para o consumidor. Os anúncios impressos e comerciais de 30 segundos contavam histórias a uma audiência passiva. Mas o marketing baseado na experiência dá às pessoas uma história para compartilhar.

O resultado: o universo da marca passa a viver dentro da mente do consumidor. Construir este universo da marca vai além de mensagens cuidadosamente elaboradas com base em um manual de marketing. É preciso criar regras para este universo, canais de comunicação adequados e experiências que permitam que a história tome forma organicamente. Mas a campanha deve levar em conta que os consumidores não precisam -e não irão- participar de cada uma das experiências.
The Art of the Heist: o Alternate Reality Game da Audi
Como funciona na prática? Para assegurar que a primeira temporada de Game of Thrones fosse um sucesso, a Campfire evocou o universo da série de TV antes dela existir. Criamos experiências sensoriais que convidavam a ver, ouvir, tocar, cheirar e provar o mundo de Westeros. A campanha começou com o envio de caixas aromáticas especialmente desenhadas a influenciadores online, e culminou com um food truck (coordenado pelo chef Tom Colicchio) nas ruas de Nova Iorque e Los Angeles. Nós demos vida à série na mente dos consumidores (inicialmente apenas curiosos e posteriormente evangelistas), fazendo de Game of Thrones uma das mais antecipadas e bem sucedidas séries de 2011.

Curiosidade é uma ferramenta extremamente eficiente para influenciar o comportamento do consumidor. Seja rastreando um carro "roubado" do New York Auto Show (campanha The Art of the Heist da Audi), ou decifrando cartas escritas em línguas mortas (campanha de lançamento de True Blood), a curiosidade motiva os consumidores a viver experiências que formam o universo da marca, e dá motivos para que compartilhem suas descobertas com seguidores.

Este tipo de campanha é altamente imersiva, e permite diferentes níveis de engajamento com diferentes tipos de consumidores, do meramente curioso ao mais fanático. Esta abordagem exige um conhecimento profundo das subculturas de fãs. Embora o Facebook tenha popularizado a palavra "fã", se realmente compreendermos a cultura dos fãs poderemos converter observadores casuais em consumidores engajados e ansiosos por explorar o universo da marca. E não simplesmente pessoas que clicaram no botão "Curtir".


O "site de encontros" entre humanos e vampiros
Na Campfire nós imergimos nas subculturas de fãs para identificar os divers, dippers e skimmers. Os divers são um nicho que vive e respira o universo da marca, os dippers interagem casualmente com ela e os skimmers ficam mais na superfície. É preciso atingir cada um dos grupos separadamente e satisfazer suas necessidades. Graças a um mundo hiperconectado, um grupo influencia o outro, e é compreendendo este ecossistema que se tem os insights necessários para expandir o alcance da marca. Engajando primeiramente os divers, é possível gerar buzz suficiente para gerar um efeito cascata, que influencia então os dippers e finalmente os skimmers e o mainstream.

Independente do seu nível de envolvimento, quando consumidores visualizam o universo que resulta destas inúmeras experiências via múltiplas plataformas, eles desenvolvem um senso de propriedade da marca. A conexão com a marca é personalizada, e o laço emocional é duradouro.
Storytelling hiperconectado não é fácil, mas é uma ferramenta crucial do marketing atual. A verdadeira moeda das mídias sociais são histórias. Surpreenda e envolva as pessoas no universo de sua marca, e elas vão lhe ajudar a espalhar sua história."

(Texto traduzido por Sheron Neves)





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