Mostrando postagens com marcador Terror. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Terror. Mostrar todas as postagens

29 outubro, 2014

Nesse Halloween, assuste Eli Roth e tenha seu filme produzido


Que tal a chance de ter seu roteiro de terror produzido por Eli Roth? Tudo que você precisa fazer é assustá-lo. Faça um vine (vídeo de 6 segundos cujo aplicativo pode ser baixado aqui: https://vine.co) bem aterrorizante e marque #SixSecondScare. Os melhores ganharão “revine” (para quem não sabe é o mesmo que um “retuite”, mas dentro do Vine) do diretor/produtor/ator, e o vencedor será anunciado na festa de Halloween do New Beverly Cinema, cinema histórico de Los Angeles adquirido e reformado pelo mestre Quentin Tarantino. O deadline é até dia 31 de outubro.

Além de Roth e Tarantino, também integram a comissão julgadora os atores Elijah Wood, Rob Lowe e Vanessa Hudgens (esta última não faz muito sentido, eu sei, mas…) 

Você também pode acompanhar os favoritos pelo Vine ou pelo Twitter (seguindo @eliroth e @FearTheCrypt). Abaixo duas amostras do nível dos concorrentes. Mas atenção: não recomendo para aqueles de coração fraco (sério mesmo, depois não digam que não avisei). Mais detalhes do concurso aqui: http://www.fearthecrypt.com






28 outubro, 2013

O macabro na TV: quatro dicas para o Dia das Bruxas



(Artigo publicado originalmente no Segundo Caderno do jornal Zero Hora)


No mês do Halloween não faltam opções de entretenimento para quem é fã de sustos. Mas para os que preferem o terror psicológico aos costumeiros banhos de sangue, aqui estão quatro boas alternativas.

Entre as novidades disponíveis no Brasil está a nova temporada de American Horror Story, que há três anos vem redesenhando o gênero terror na TV, agradando a público e crítica com seu visual cinematográfico e elenco recheado de veteranos. Ambientada em uma casa amaldiçoada no primeiro ano e em um hospital psiquiátrico no segundo, a ação agora se passa em New Orleans, e é centrada na poderosa Fiona (Jessica Lange), da facção de bruxas de Salem, e sua filha Cordelia (Sarah Paulson), diretora de uma espécie de Hogwarts ianque. O cenário, como sempre, é um personagem à parte, e a série desta vez incorporou duas personalidades da cultura local: Marie Laveau (Angela Bassett), rainha das bruxas praticantes de vodu, e Madame LaLaurie (Kathy Bates), socialite conhecida por torturar impiedosamente seus escravos.



Ainda sem data para estrear aqui, Dracula é uma coprodução entre NBC e Sky1 que conta com Jonathan Rhys Meyers (The Tudors) no papel principal. A julgar pelo primeiro episódio, os produtores não pretendem economizar nos efeitos especiais e nas cenas picantes - dois elementos imprescindíveis para atrair um público já acostumado aos “padrões HBO”.


Uma outra alternativa pode ser a clássica - e saudosa - Além da Imaginação, série de Rod Serling sobre o sobrenatural que impactou toda uma geração de diretores e roteiristas ao redor do mundo, de Stephen King a Spielberg e JJ Abrams.



Prefere algo mais contemporâneo? Então a pedida é a cerebral Black Mirror, criada por Charlie Brooker, colunista do jornal britânico The Guardian. Nos moldes de Além da Imaginação, esta extraordinária antologia explora a cultura digital e as ansiedades e paranoias geradas pela tecnologia - o “espelho negro” do título. Com Jessica Findlay (Downton Abbey) e Hayley Atwell (Os Pilares da Terra), a série britânica pode ser facilmente encontrada com legendas em português em sites como YouTube e DailyMotion.



-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Interessado em marketing de experiência, segunda tela, engajamento de fãs e na aplicação da narrativa transmídia e do storytelling na comunicação de sua empresa? Então dá uma conferida no curso STORYTELLING E TRANSMÍDIA PARA MARCAS da ESPM-Sul. Matrículas abertas.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------


12 outubro, 2013

HAUNTING MELISSA: TERROR NO SEU SMARTPHONE



Haunting Melissa não é uma série de TV. Nem um filme. É uma narrativa seriada feita especialmente para seu dispositivo móvel. HM vai na direção contrária de tendências como o binge watching e o agenciamento oferecido por plataformas como Netflix e Hulu. Quem baixa o aplicativo, que conta a história de uma jovem às voltas com a morte misteriosa de sua mãe, não tem nenhum controle sobre quando verá o próximo capítulo (os produtores evitam o termo “episódio”), que pode chegar às 4 da manhã com um clarão e um sussurro vindo do seu smartphone. Esse detalhe por si só já tem o poder de imergir a audiência no universo da protagonista: ela ignora quando uma nova sombra, telefonema, reflexo, ruído ou entidade se manifestará.

A ação de Halloween #31DaysHM
Além de inovar no formato e na distribuição, o mais interessante de HM é o aspecto interativo que permeia toda a estratégia de marketing. Os produtores do app - indicado ao Best Entertainment App de 2013 - não se utilizaram de grandes verbas nem de ações promocionais tradicionais. Ao invés de limitar-se ao Facebook (que deixou de ser cool para os teens americanos com a entrada da mamãe, do papai e da vovó), HM ganhou hype e fortaleceu sua base de fãs via ações em redes como Instagram, Vine e Tumblr. Estes fãs não consomem conteúdo apenas. Eles produzem. Para celebrar o Halloween, HM lançou a hashtag #31DaysHM: cada dia de outubro traz um tema diferente, e o público posta suas próprias imagens e vídeo (veja as imagens ao lado e abaixo).  Ao invés de empurrar conteúdo promocional pronto, os produtores estimulam o público a produzir e protagonizar o seu. A comunidade se cria, e a conversa acontece naturalmente - na rede e fora dela.

Exemplos de conteúdo criado e compartilhado pelo público durante a ação #31DaysHM.

De acordo com o Pew Research Center's Internet American Life Project, 40% dos teens americanos possuem smartphone e 25% tablets. Se estes dados estiverem corretos, HM poderá ajudar a redesenhar a forma como consumimos narrativas seriadas. E a relação direta dos produtores com o usuário permite monitorar hábitos e ajustar o conteúdo e a distribuição a necessidades individuais, locais ou globais.

Formatos experimentais não atraem imigrantes digitais de imediato, e o fato de se tratar de um híbrido entre série e filme talvez limite HM a um segmento específico. Mas tudo pode ser uma questão de tempo. Nativos digitais se tornaram early adopters em praticamente todas as recentes tendências no ambiente virtual, e cedo ou tarde estes novos comportamentos acabam sendo assimilados pelos outros grupos.

Para fãs do gênero terror, HM é sem dúvida um must-see. Mas atenção: não assista ao trailer abaixo se você se assusta facilmente...




-----------------------------------------------------------------------------------------------


Leia aqui a matéria do jornal ZERO HORA de 12.10.2013 com a qual colaborei.


-----------------------------------------------------------------------------------------------
Interessado em marketing de experiência, segunda tela, engajamento de fãs e na aplicação da narrativa transmídia e do storytelling na comunicação de sua empresa? Então dá uma conferida no curso STORYTELLING E TRANSMÍDIA PARA MARCAS da ESPM-Sul. Matrículas abertas.
-----------------------------------------------------------------------------------------------

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...